sexta-feira, 5 de março de 2010

Coreia do Norte pode ter seu próprio sistema operacional


Vivendo sob um rígido regime comunista desde o final da II Guerra Mundial, a Coreia do Norte pode ter desenvolvido um sistema operacional próprio para rodar nos computadores dos habitantes do país, que é conhecido por ser um dos mais fechados do planeta. As informações são do jornal Korea Herald.

De acordo com o relato de um estudante universitário identificado penas como Mikhail, que teve acesso ao programa, o sistema operacional foi criado em 2006 sob as ordens do ditador Kim Jong-Il, é baseado no kernell do Linux e atende pelo mais do que conveniente nome de “Estrela Vermelha”.

Disponível em versões para computadores pessoais e servidor, sua interface é “muito similar” a do Windows – sem especificar se do 98, XP, Vista ou 7 – e ao contrário do que poderia se supor, sua distribuição não é gratuita: seus CDs são vendidos pelas ruas de Pyongyang pela bagatela de US$ 5 (R$ 9). Sua principal missão é fazer com que a Coreia do Norte possa ficar livre dos “males” dos softwares ocidentais.

O estudante reporta que apesar da instalação do programa demorar apenas 15 minutos e dele parecer funcionar “da maneira correta”, os norte-coreanos dizem que o Estrela Vermelha não se revela exatamente amigável no uso cotidiano, preferindo continuar com suas versões piratas do Windows XP, Vista ou 7, que não chegam oficialmente ao país por conta do embargo imposto pelo governo norte-americano contra governos potencialmente “hostis”.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Poder da Família - Luciano do Valle e Silas Malafaia

Para uma sociedade se manter limpa, em paz. É necessário o fortalecimento da família. Luciano do Valle entrevista Pr. Silas Malafaia a respeito de diversos temas.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Forbes Indica Ações Brasileiras


A revista Forbes enviou na terça-feira um e-mail aos seus leitores cadastrados vangloriando-se do fato de ter recomendado a compra de ações de empresas dos Brics – grupo dos países emergentes Brasil, Índia, China e Rússia.

“Posso assegurar que meus leitores têm disparado nos ganhos”, diz John H. Christy, editor do relatório, na mensagem eletrônica. E acrescenta, em negrio: “Não é tarde demais para investir em mercados emergentes”.

“Não se esqueçam do Brasil – recentemente escolhido como sede das Olimpíadas de 2016”, diz o e-mail. A combinação de “recursos naturais e uma classe consumidora em desenvolvimento geraram uma super safra de lucro para os nossos leitores”.

No site, a Forbes chama atenção para o fato de que, em outubro de 2009, um ano após o estouro da crise, as ações do Brasil subiram 175%, enquanto as da Rússia avançaram 180%, as da Índia 130% e as da China 120%.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Petróleo nas Malvinas causa guerra verbal de Argentina e Inglaterra



Londres e Buenos Aires enfrentam um fogo cruzado de comunicados, 28 anos após a Guerra das Malvinas, e, desta vez, a histórica rivalidade pela soberania do arquipélago soma-se a uma importante questão econômica: o petróleo do Atlântico Sul.

Paradoxalmente, apesar da nova dimensão econômica, não haverá uma segunda guerra das Malvinas/Falklands, asseguram analistas.

A razão? "Londres, que tinha em 1982 apenas alguns soldados nas Falklands (nome inglês das Malvinas) dispõe, hoje, de uma presença muito maior com uma tropa e uma força em terra, mar e ar", acrescentou.

Além disso, "quando o dinheiro começar a fluir, não só a Grã-Bretanha, mas as Malvinas e a Argentina, todos vão se beneficiar", afirma o jornal Daily Telegraph.

E enquanto o ministério das Relações Exteriores britânico afirma o caráter inalienável de sua soberania nas ilhas desde 1833 e reivindica a legitimidade das perfurações, também elogia a excelente cooperação anglo-argentina em muitos aspectos.

As perfurações, em 1998, de seis poços, confirmaram a presença de petróleo, mas sua exploração não parecia rentável. Doze anos mais tarde, a multiplicação por sete do preço do barril e os progressos técnicos modificaram completamente a situação.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Assassinato de líder do Hamas causa tensão diplomática entre Israel e Grã-Bretanha



O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, ordenou nesta quarta-feira a abertura de uma investigação para apurar se passaportes britânicos teriam sido usados por suspeitos de assassinar o líder do grupo islâmico Hamas Mahmoud al-Mabhouh, em 19 de janeiro, em Dubai.

O assassinato gerou um princípio de crise diplomática entre Israel e Grã-Bretanha. Autoridades britânicas questionam qual a participação de Israel no episódio, uma vez que o grupo Hamas acusa o serviço secreto israelense Mossad de ser autor do assassinato.

O governo britânico quer também saber como os assassinos conseguiram os passaportes de seus cidadãos.

Rafi Eitan, um ex-membro do Mossad, negou envolvimento da organização no caso. "O Mossad não está por trás do assassinato de Mahmoud el- Mabhouh. Isso é um ato de alguma organização estrangeira querendo incriminar Israel", disse.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Russia Apóia Sanções Contra o Irã


MOSCOU - O chefe de segurança nacional da Rússia disse nesta terça-feira, 9, que as preocupações do Ocidente em torno do programa nuclear do Irã são válidas e sugeriu que deve ser necessário algo mais que negociações para encerrar os desafios de Teerã, informaram agências de notícias russas. Tradicional aliada de Teerã e membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, a posição de Moscou é crucial para novas punições ao país.

O diretor da agência iraniana de energia atômica, Ali Akbar Salehi, incluiu o Brasil, a França e possivelmente o Japão entre os países que o governo do Irã aceitaria enviar urânio para ser enriquecido a 20% e, com isso, evitar suspeita sobre o possível uso militar de seu programa atômico. O Itamaraty negou qualquer contato neste sentido.

Sanções econômicas somente prejudica a população local, enquanto quem esta no poder tem total acesso aos produtos do mundo, incluindo os de luxo.

E depois de anos, terminam as sanções e o país esta totalmente fragmentado economicamente, sem a possibilidade de importar quantidade grande de produtos de países ricos, é um tiro no pé do G7.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Certa Tentativa de Terrorismo nos Próximos 6 Meses


Senadores americanos questionaram no congresso, importantes pessoas da Inteligência sobre a possibilidade de tentativa de ataque em solo americano nos próximos 6 meses.

A primeira pessoa respondeu "É certo que teremos"
e as demais 5 pessoas completaram repetindo "É certo"

Entre elas pessoas importantes da CIA, FBI, Exército.

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